A ECOTRÔNICA

 

O crescimento do lixo eletrônico é resultado do desenvolvimento do Brasil como país emergente, possibilitando a aquisição de novas tecnologias por seus habitantes. De acordo, com a pesquisa realizada pela ONU em julho de 2009, o Brasil não apenas gera lixo, como também tem poucos projetos de reutilização. Senso assim torna-se inevitável o progresso ambiental em um país que é tido pela ONU como o país emergente que mais gera lixo na natureza eletroeletrônica. A idéia que rege o estabelecimento da ECOTRÔNICA como a idéia efetiva de uma empresa baseia-se em diversos fatores socioeconômicos do Brasil como a necessidade de novas oportunidades de empregos para jovens técnicos e para pessoas de baixa renda, assim como os propósitos ambientais de reduzir o lixo eletrônico transformando-o em produtos capazes de beneficiar ainda mais a sociedade com economia da energia elétrica.

                Sabe-se que os projetos brasileiros sobre reciclagem referem-se a um lixo em geral, sem se importar com as especificações de lixo produzidas por hospitais ou pelo descarte de aparelhos elétricos. Ações governamentais como a lei do Lixo Tecnológico 13.576/09, sancionada em São Paulo acabam por transformar a reutilização deste lixo uma prática comum efetuada por pessoas sem nenhum conhecimento da área, desperdiçando diversos componentes que ainda mantém suas funções intactas. Dessa forma o projeto da ECOTRÔNICA pretende gerar trabalhos em postos de coleta, assim como, utilizar o conhecimento de pessoas especializadas para a devida aplicação deste lixo eletrônica em projetos da área elétrica.

                A empresa também objetiva as diversas possibilidades lucrativas referentes a este mercado pouco explorado, seguindo os avanços tecnológicos que evidenciam a lâmpada de LED como a iluminação do futuro. Para tanto, a ECOTRÔNICA pretende produzir e vender lâmpadas de LED criadas a partir de sucata eletrônica e promover uma renovação em termos de gastos de energia. Motivados por propósitos ambientais, de inclusão social e exploração de um mercado novo, desenvolveu-se uma empresa que objetiva, inicialmente, favorecer a comunidade conquistense e obter lucros segundo esta visão.

                O projeto baseia-se em um ciclo básico de coleta de lixo eletrônico, separação do material específico a ser utilizado para a comunidade de baixa renda e para os técnicos recém-formados do instituto.

                                                                       Produzido por:

                                       Higor Monteiro (financeiro)

                                       Gustavo Leal (recursos humanos)

                                       Mariana Barros (marketing)